Archive for the ‘Testemunhos’ Category

De 26 de Julho a 6 de Agosto, 13 jovens (Juventude Rivier e Juventude Mariana Vicentina) de Cernache do Bonjardim, viveram uma experiência única e inesquecível de Peregrinação, oração e comunhão.
Eis alguns testemunhos dos jovens que participaram nesta experiência:

Há muito que esperava o regresso a Taizé.
O ambiente de simplicidade que se vive naquela colina faz-nos afastar da agitação do dia-a-dia.
Em Taizé sempre me fascinou a oração. Porque naquele momento nem precisamos de Lhe dizer nada, basta calar os barulhos do coração e deixarmo-nos tocar pela mensagem e pela própria melodia dos cânticos de Taizé que trazem Deus até nós.

Após 3 anos a caminharmos juntos, já ansiavamos por uma saída assim, num espírito inteiramente interior, não para passarmos um tempo juntos, mas sim para nos consolidarmos e dedicarmos tempo uns aos outros. Caminharmos lado a lado na construção do nosso íntimo. Penso que isso sim foi o mais importante. Cada um de nós ser uma força motivadora no caminho do outro.
Uma parte muito importante da nossa viagem foi o percurso que fizemos até chegar a Taizé, e também o de regresso. Tivémos a oportunidade de passar por algumas das casas das irmãs da Apresentação de Maria, que nos acolheram como só elas sabem. Em Portugal ou do outro lado do mundo o carinho, a atenção, a dedicação destas irmãs é o mesmo. Entre essas casas tivemos o privilégio de passar um dia na Casa-Mãe, em Bourg Saint-Andéol. Visitámos o convento onde durante muitos anos Ana Maria Rivier viveu, inclusivamente o seu quarto. Neste espaço tudo está como antigamente. É único aquele espaço de oração, em que o nosso coração sente fortemente a presença de Maria Rivier e deseja viver com a energia e o amor que esta mulher viveu durante toda a sua vida, de entrega aos outros e a Deus.
Obrigada às Irmãs da Apresentação de Maria e a todos vocês Grãozinhos de Trigo, que contra os medos e inseguranças me deixaram espreitar para cada um dos vossos corações. Cada um de vós tem muito para dar, por isso queiram continuar a caminhar interiormente, sem preguiças. E juntos somos mais.

Maria João Ribeiro

Taizé foi uma experiência muito enriquecedora tanto para o grupo, como para cada um individualmente. Houve dificuldades e coisas inesperadas , é verdade que sim, mas as coisas boas sobrepõem-se sempre e isso foi uma das coisas que trouxe de Taizé.

Antes de partir estava um pouco anciosa e expectante relativamente ao que iriam ser estes dias.
Esta experiência ajudou-me a arrumar ideias e a ter perceção de coisas que se passavam à minha volta e do qual não me apercebia (ou não me queria aperceber), ajudou-me a lidar melhor com certas situações e a aproximar-me mais de algumas pessoas de quem não era tão próxima. As conversas com alguns dos membros do grupo, as orações e os mometos de silêncio foram das coisas mais impotantes para mim, pois ajudaram a refletir e a encontrar-me e descobrir-me a mim, a Deus e aos outros. O facto de haver sempre um local onde poderíamos estar em silêncio também foi muito importante.
Dos três dias antes de chegar a Taizé o que mais me tocou foi o dia que passámos na Casa Mãe, onde o exemplo de vida de Maria Rivier mostrou que as dificuldades não são impedimento de ser feliz e de abrir o coração aos outros.
Gostei muito destes dias.

Sónia Martins

Eu tentei ir para esta viagem um pouco às “escuras”, sem criar muitas expectativas, mas a verdade é que toda a viagem superou qualquer expectativa que eu pudesse ter criado , foi de facto inesquecível.

É verdade que nem sempre foi o sonho que desde há um ano havíamos idealizado, mas sempre superámos os problemas em conjunto e não seria uma ida a Taizé que iria mudar isso. Além disso, conhecemos alguém de quem hoje sentimos imensas saudades e alguém que desde o primeiro dia se tornou parte da nossa família, o Samuel. Ele foi de certa forma o nosso guia em Taizé, mas um amigo com quem pudemos sempre contar.
Além de Taizé, visitámos também algumas cidades, espanholas e francesas, das quais eu gostei muito, especialmente de Salamanca. É sem dúvida uma cidade que eu gostaria de visitar novamente.
Espero que daqui a dois anos voltemos e que, tal como desta vez, venhamos mais unidos do que nunca antes, foi uma experiência que será difícil repetir.

João Santos

Não há palavras que descrevam o que vivi em Taizé, foi uma experiência única. Cada oração, cada lugar, tinham um espírito tão especial que nos permitia estar em oração como, por vezes, é difícil de estar noutros lugares. A língua tornava-se uma barreira em certos momentos, mas com esforço e dedicação conseguíamos dar a volta, fazer-nos entender e conseguir expressar os nossos pensamentos. Ir com o nosso grupo ainda tornou esta experiência mais rica, conseguimos trabalhar a nossa amizade, conhecer-nos a todos ainda melhor e ajudar-os uns aos outros. Nunca na minha vida vou esquecer esta viagem. Eu não sobrevivi em Taizé, eu vivi!

Sara Joana

Taizé é… bem, por muito que tenha procurado não encontrei palavras para descrever o que é viver em Taizé. Então se for em grupo e ao lado dos nossos verdadeiros amigos, ao lado dos nossos irmãos de coração, então Taizé é algo indescritível. É uma experiência única que nunca pensei viver. O clima que se cria entre todos é fantástico. As orações, as refeições, as reflexões, a igreja, os cânticos, as diferentes culturas, os diferentes países… enfim, tudo tem um sentido. É tudo tão belo!
Já há uns dias que não me andava a sentir bem comigo própria. Faltava-me o silêncio e a oração, faltava-me o diálogo com Deus. E foi em Taizé que me consegui encontrar.
E apesar de alguns crerem em algo que outros não creem, estamos ali todos porque cremos em um só Deus, e em Seu filho Jesus. E isso é realmente importante.
Numa igreja simples, quase sem bancos, com algumas velas e a imagem de Jesus Cristo crucificado, consegue-se ir ao profundo de cada um. E durante as orações, durante o momento que fazemos silêncio vê-se no rosto de cada um, um sentimento. Às vezes vê-se tristeza, outras vezes vê-se angústia, outras vezes vê-se tranquilidade, enfim. E depois vê-se uma lágrima ou outra a escorrer pelo rosto, sinal de profundidade. É sinal de que aquela pessoa conseguiu encontrar-se com Deus no seu profundo.
Não sei mais que dizer, senti que é preciso muito mais do que palavras, às vezes é necessário silêncio, para sentirmos que Deus está no nosso coração.
Percebi também que os verdadeiros amigos estão connosco. E não é necessário ir a Taizé para ver isso. Às vezes é preciso é o espírito de Taizé vir a nós.
Aconselho vivamente Taizé. Lá encontramos imensas respostas para parte das nossas dúvidas.

Patrícia Gomes

Durante os primeiros dias de viagem, não pensava muito na chegada a Taizé, pois tínhamos ainda alguns dias para conhecer outras cidades, outros lugares e outras paisagens.
Mas, quando estávamos mesmo a chegar a Taizé, o meu coração ficou curioso e agitado. Milhares de jovens chegavam e outros tantos partiam…
Ao longo da semana, apercebi-me de que estava num mundo à parte, num mundo onde se descobre a oração, o silêncio, a reflexão, a esperança, a fé e a simplicidade.
Rezar em Taizé é rezar em silêncio, porque só no silêncio podemos encontrar Deus, reflectir acerca dos problemas, das falhas, dos erros.
Rezar em Taizé é também cantando os cânticos que transmitem mil e uma sensações.
Em todas as orações existe um momento de reflexão, em que toda a igreja está em silêncio. Foi nesses momentos que consegui chegar ao meu coração, escutando-o.
Na noite em que acendemos as velas, toda a igreja, pouco a pouco, foi iluminada pelas muitas luzinhas de cada jovem, de cada pessoa. Estava então a igreja cheia da luz de Cristo, da fraternidade e da paz.
Uma semana em Taizé é algo que estava a precisar. É algo que não se explica muito facilmente, apenas se sente o desejo de lá ficar durante mais tempo.
Tenho então assim a certeza de que vou voltar.

Dalila Felizardo

Somos um… Eu e Tu!

Posted: Maio 10, 2012 in Encontros, Testemunhos

Neste fim de semana, foi possível concretizar todas:

as (im)possibilidades
digerir as (in)digestões
confidenciar as (in)confidências.

Viemos para estar em grupo, há muito tempo que não estávamos todos juntos…mas acima de tudo viemos para estar com Ele, encontrar-nos a nós próprios e descobrir o que é que Ele nos tenta dizer… e assim seguirmos o Bom Pastor sem nos afastarmos do nosso rebanho, pois sem ele nada somos. Uma ovelha por si só não sabe ser ovelha. fortalecemos os nossos laços, tornamo-nos pessoas verdadeiramente atentas a nós e aos outros, construindo a nossa casa, tendo como base a nossa pedra angular que é Jesus…onde o nosso chão é o Amor, a parede a felicidade, o tecto a amizade, e todo o resto é apenas superficial e terreno… e afasta-nos do que realmente é importante para a nossa existência.

Tal como o poço, queremos tornar-nos profundos e encontrar Água Viva.

Muitas vezes na nossa vida, há situações e momentos que nos fazem pensar que estamos a aprofundar o nosso poço (coração), e, afinal estamos só a enchê-lo e assim alargamo-lo com coisas, seguindo o caminho errado.

Este fim-de-semana serviu para perceber que devemos ouvir Deus e não as vozes que muitas vezes nos enganam e desviam de nós, dos outros e de Deus.
Quando se ama alguém a sério, temos tanta vontade dessa coisa que se sai de si para se entregar a ela.

SOMOS UM, SOMOS UM…
EU E TU SOMOS UM!

Somos apenas um instrumento nas mãos de Deus e apenas necessito de cumprir a sua vontade. Obrigada por todos os bons momentos que nos unem cada vez mais!

Eu acredito…“Quem acredita em Deus nunca está só.” (Bento XVI)

É esta a razão que nos une.

Grupo: Filipa Baião, Inês Guimarães, Rita Ribeiro, Catarina Baião, Sabrina, Marta Ribeiro e Anabela Nunes~

XV Acantonamento JMV

Posted: Abril 9, 2012 in Encontros, Testemunhos

 “Ora bem, pediram-me para dar aqui um testemunho do XV Acantonamento JMV, e se me pedissem algo assim à uns dias atrás, eu iria pensar «fogo que seca, não me apetece nada e ainda por cima vai ser publicado no blog», mas pelo contrário, eu só pensei «é importante fazer isto»… Foi uma das coisas que o acantonamento mudou em mim, fez-me perceber a tamanha importância da partilha de experiências… assim é este encontro, em grande parte, uma partilha de experiências.

No início, lá fui eu cheia de vontade e entusiasmo para mais um encontro, que sabia que era «diferente»!… Mas lá chegando, confesso que a minha vontade era vir embora, era desaparecer dali, vir para junto das pessoas do meu dia-a-dia. E começei a ouvir as pessoas com mais anos de acantonamento, dizerem que era exactamente assim que os jovens que vão pela primeira vez se sentiam, mas que depois tudo mudava. E assim foi, tinha o desejo de virar costas e ao mesmo tempo sentia uma força maior que me dava esperança! A partir do segundo dia começei a ambientar-me, deixei que Maria entrasse em minha casa… Sim, foi Maria, o tema deste encontro foi «Mãe, estou aqui!».

Inicialmente, falaram-nos da consagração a Maria, que quem ainda não tinha feito, o poderia fazer em grupo no fim do terço de segunda à noite… pois tínhamos o encontro todo para pensar no assunto. Achei que ainda era cedo para me consagrar a Maria, que talvês não estivesse preparada. Então com o decorrer do encontro, fomos partilhando experiências acerca da presença de Maria nas nossas vidas, fazendo-me pensar em coisas que nunca tinha pensado. Não só acerca de Maria, mas também da nossa mãe da terra. Uma oração no sábado à noite, fez-me entrar na tenda de Deus e pensar, «Afinal, quem sou eu neste mundo?», o que me ajudou a libertar muitos males que permaneciam dentro de mim. Outros temas abordados foram o significado das orações «Avé Maria» e «Salvé Rainha», que de facto, rezava-as, mas muitas vezes sem pensar ao certo no que estava dizer e a repetir continuadamente.

Chegando a segunda à noite, eu estava decidida de que não iria fazer a consagração. Aquele terço marcou-me, porque pela primeira vez, pensei em cada palavra que dizia, tendo a noção do seu significado todas as vezes que repetíamos a Avé Maria. Começei a ficar confusa acerca da minha consagração a Maria, se afinal seria o momento ideal, se estaria preparada, até que estavam já alguns jovens prontos

para se consagrarem e decidi que também o iria fazer. Assim que me juntei a eles, manifestando o meu desejo, a confusão e até nervosismo, desapareceram!

Fiz a consagração, entreguei-me a Ela, sinto que Maria afinal nunca me abandonou (coisa impossível)… trago do acantonamento muito mais amor a Maria e um saco cheio de boas recordações. Sim, de boas recordações, não só dos momentos de reflexão, de partilha, mas também dos momentos de diversão… o que me diverti naqueles dias!

Só sinto pena de não ter ido mais gentinha daqui do grupo, para além de mim e da Tatiane. Já sabemos que para o ano, o tema irá ser «Creio em ti!», aqui fica já uma dica, para mais um memorável acantonamento!”

Dalila Felizardo

“Entre os dias 30 de Março e 3 de Abril, decorreu, em Castelo de Vide, o XV Acantonamento, que contou com a presença de 40 jovens da região sul da JMV.

O encontro teve como tema “Mãe, estou aqui” e deu-nos a oportunidade de conhecer Maria a todos os níveis e de nos aproximarmos ainda mais dela. Durante estes dias falámos também sobre as nossas mães, comparando-as à Virgem e do significado de orações como a Avé-Maria, a Salvé-Rainha e os mistérios do terço.

O ponto alto deste acantonamento foi, sem dúvida, o desafio que alguns jovens aceitaram de se consagrarem à Virgem Mãe, entregando-se totalmente a ela e assumindo publicamente o seu amor a Maria. Mas não só estes jovens tiveram o privilégio de se consagrar, o próprio encontro foi consagrado à Mãe.

Todos os jovens deixaram Castelo de Vide totalmente renovados, mais próximos de Maria e compartilhando o amor e as experiências de vida relatadas na noite dos testemunhos.”

Tatiane Silva

Missão no Pousal

Posted: Abril 5, 2012 in Actividades, Testemunhos

“Decidi aventurar-me nesta missão. Dar um pouco do meu tempo aos muitos que precisam de atenção e carinho. Foi por isso que escolhemos a Santa Casa da Misericórdia do Pousal para fazer voluntariado durante seis dias, aproximadamente. Se dissesse que sempre estive calma, que nunca quis desistir e que não tive medo algum, estaria certamente a mentir. Precisava disto. Desta nova experiência. Tive medo, sim. Fiquei nervosa, sim. Duas horas antes queria desistir, voltar para trás e fugir: sim, queria. Mas houve alguém que me agarrou, e me fez acreditar que me apoiaria e estaria ali comigo o tempo todo. E realmente foi. Foi Ele quem me manteve forte, corajosa e bem-disposta. Ele e o parceiro de aventura que me acompanhou.  Inicialmente, pensei que o nosso cargo ia ser mais simples. Do género: dizer umas piadas para animar os utentes e ouvir o que têm para contar. Apesar de não ter sido bem assim, não significa que tenha sido difícil. Diria antes: um verdadeiro desafio. Tínhamos que os ajudar. Acompanhá-los nas atividades que tinham, dar apoio às monitoras de salas e funcionárias, transportá-los até ao refeitório entre outros. E ajudávamos nas refeições. Quando nos deram tal tarefa, sinceramente, jurei que não seria capaz. Mas qual quê?! Foi completamente diferente do que eu esperava.

Haviam utentes super divertidos e bem-dispostos. E outros que eram mais calmos e silenciosos (não que não tivessem a capacidade de falar, mas sim porque simplesmente não interagimos tanto com eles). Este, acho que era um dos pontos mais fortes desta aventura: o facto de nos termos integrado tão facilmente nesta comunidade e de sermos tão bem recebidos. Não só pelos utentes como também pelos funcionários e monitoras.

Acho que um ponto assim, menos forte foi apenas e só o facto de ser complicado comunicar com alguns e de existirem utentes muito recentes na instituição, que mal os funcionários os conheciam. Mas tudo isso se resolveu, com alguns dias de total interação com eles, e, para comunicar: meia hora ou mais a fazer linguagem gestual, e logo se apanhava o jeito.

Achei fantásticos estes dias. Não me arrependo nada. Aliás, comprometo-me a, se Deus quiser, lá voltar para o ano. Não só para matar saudades mas sim para observar a evolução de alguns. Aconselho vivamente a participarem, qualquer jovem que saiba abrir bem o coração, consegue facilmente aderir a este desafio.  ;)”

Patrícia Gomes, 16 anos

 

 

“Esta foi a minha estreia em missão, uma semana que me fez crescer e ver o outro lado de uma realidade totalmente diferente. Cheguei com um pouco de receio, não sabia mesmo o que fazer, mas tudo mudou quando o à vontade e a alegria daquela gente me contagiou! Com o tempo já nos pediam para os tratar por tu…

Foram momentos de intensa aprendizagem, pois ali entendi a importância de um simples sorriso, descobri que só vivendo em comunhão podemos ser felizes. E que sentido levam aquelas pessoas na vida!? Foi a parte mais chocante da minha missão, perceber que aquelas pessoas nunca vão ter uma vida como cá fora, nunca vão estudar, nunca vão ter um emprego, e que alguns deles, nem nunca conseguirão levar a comida à boca com as próprias mãos! Contudo, sei que ali, no Pousal, são amados como são, como verdadeiros filhos de Deus!

Quando cheguei a casa perguntavam-me: Então, gostaste? Foi muito difícil? E eu, com um sorriso na cara, até achei estranho estar a explicar e não precisar de fazer gestos para me entenderem! Mas, sim, claro que gostei, e quero repetir!

Decerto se criou uma empatia com muitos deles que não tornou fácil a hora do adeus. Mas, em breve voltarei!!”

José Ribeiro, 15 anos

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Santo e Feliz Natal

Posted: Dezembro 24, 2011 in Testemunhos

Passagem de etapa – Um passo em frente.

Neste longa caminhada de dois anos e meio houve momentos fortes e fracos, bons e maus, mas foi nesta irregularidade constante que os chamados de Deus ficaram e se uniram nesta grande família que é a JMV.

Não é por acaso que num grupo de 24 admitidos, apenas 11 destes ficaram. Sinto um grande orgulho pelo nosso grupo ‘’Grãos de Trigo’’, por aquilo que somos, pelos amigos que formamos neste grupo, pela nossa assessora, Irmã Patrícia, que nunca hesitou em ajudar-nos como fosse preciso, sem nunca desistir de cada um de nós. A passagem de etapa foi para mim o meu ‘’SIM’’ de confirmação a Deus, à JMV, a mim mesma!

Rita Ribeiro

Bem, penso que todos nós, que passámos de etapa, quando recebemos o lenço, ficámos reamente muito felizes, talvez só porque tínhamos um um simples lenço… não sentindo realmente o quanto isto é importante para nós. Agora que passei de etapa, com uma caminhada já feita e que continuarei a percorrer, sinto realmente uma grande alegria por fazer parte desta grande família, porque é aqui que me sinto bem ao ajudar, é aqui que me sinto bem ao receber, é aqui que também muitas vezes encontro refúgio. Desde o princípio, nunca pensei duas vezes se queria continuar para a frente…

Dalila Felizardo

 

Foi-nos dada a oportunidade, de ao longo de dois dias, viver uma experiência única de partilha, em colaboração dos nossos amigos e companheiros de viagem, de Paialvo, de Lisboa e também da Sobreira Formosa. Foram dias importantes para o nosso auto-conhecimento, bem como para o nosso crescimento na fé. Esta experiência foi restrita apenas a quarta-feira e quinta-feira, dia da Imaculada Conceição, contudo os seus frutos vão muito para além deste tempo.

Foi uma experiência única, irrepetível, e que estas simples palavras nunca poderão fazer justiça.

Ainda assim, fica aqui expresso o desejo de podermos continuar a fazer parte desta grande família e também uma palavra de gratidão pela oportunidade que nos é dada.

Filipa Baião e José Ribeiro

O dia da Passagem de Etapa e Admissões foi um dos mais importantes para mim enquanto JMV. Houve dois momentos que me marcaram particularmente, um deles foi o momento em que passámos de etapa, em que pude reviver o dia da nossa admissão, mas agora com os olhos mais abertos e o coração mais disponível. O outro momento foi quando nós os mais velhos demos o nosso testemunho enquanto JMV, em que nos ficámos a conhecer ainda melhor, senti que foi um momento de partilha de emoções e sentimentos, em que recordámos como foram e têm sido estes últimos três anos a caminhar juntos e me apercebi que realmente cresci muito nesta família. Se eu já não tinha dúvidas, agora muito menos que ser JMV é para sempre.

Sónia Martins

 

Título:             Simplesmente único…

Pediram-me para partilhar convosco o dia 8 de Dezembro e aceitei…
3 Palavras:

  1. Profundo
  2. Marcante
  3. Interpelador

3 Momentos:

  1. Eucaristia
  2. Almoço
  3. Partilha na Casa Grão de trigo

3 Desafios:

  1. Dar Mais
  2. Amar Mais
  3. Morrer Mais para que exista verdadeira Vida

3 Caminhos:

  1. Maria
  2. Jesus Cristo
  3. A Cruz

3 Alegrias:

  1. A sinceridade de quem foi admitido
  2. A Fidelidade de quem passou de etapa
  3. A Felicidade no rosto de cada Jovem

3 Convicções:

  1. Jesus ama-vos
  2. A comunhão e amizade do grupo
  3. Não estão sós!

Ir. Patrícia

 

São estes dias que nos dão os verdadeiros sorrisos! Dias em que nos sentimos, parece que, completamente felizes! Eu senti-me assim!

Tudo aconteceu porque Ele quis! E hoje fazemos parte desta família que é a JMV!

O dia 8, foi um dia em que nós os mais velhos nos revimos nos mais pequenos no dia da nossa admissão, um dia em que demos mais um passo na nossa fé! Um dia em que agradecemos a Maria o seu SIM, e o seu desejo por esta associação.

Obrigada a todos aqueles que estiveram connosco a celebrar este dia, principalmente aos outros centros locais, aos nossos queridos padrinhos e às nossas famílias.

Maria Ribeiro

 

Juntar-me a um movimento como este foi, tipo, a melhor coisa que eu podia pedir a Deus. Passei tantos momentos ao lado destes Jotinhas. Com eles chorei, ri, gritei, silenciei, adormeci, “acordei”, mas acima de tudo, cresci.

Sim, cresci com estes meus amigos. Que há três ou quatro anos não passavam de colegas de escola.

Foi com este grupo que eu aprendi grande parte das coisas que sei hoje. Ora, descobri que grandes amigos se vêm com o coração, descobri que há mais do que meros gestos por de trás de uma atitude, há sentimento. Um sorriso pode significar muita coisa, tal como um aperto de mão, um abraço…

Bem, vi naquela quinta feira como os “Jotinhas Junior” sentiram com emoção a sua admissão, relembrei, então, o que senti quando fui admitida, que nem foi grande coisa.

Passar de etapa, renovar os votos que tenho com o grupo, foi, tipo, um grande dia. Fez-me recordar os momentos mais importantes na presença da nossa família. Ver amigos de fora virem cá testemunhar este acontecimento é uma emoção e um gesto de que não me vou esquecer.

Fica aqui o meu testemunho. Deixo um agradecimento a toda esta família, que é grande, que tem um grande coração, que tem objectivos em comum, que têm uma inspiração em comum, Maria e São Vicente de Paulo.

Um obrigado do fundo do coração a todos os que me acompanharam neste crescimento, e que se esforçam para que eu nunca desistisse.

Sim, dou a minha vida aos outros” 😀

Patrícia Gomes

     Há alguma coisa,não sei bem o que é.Quando estou na Jota sinto algo positivo em mim.
Só sei que, a partir do momento em que entrei para o grupo, senti-me como “nova”.Pouco a pouco fui tendo mais a certeza que era este o caminho que queria seguir.
Andar no grupo Juventude Mariana Vicentina renovou-me muito.Parece que me transformo psicologicamente.
Eu entrei para o grupo porque via a minha irmã muito feliz,desde que tinha entrado para o grupo desde ai fiquei com muita curiosidade e entusiasmada para ver como
era.Então um dia disse à minha irmã que gostaria de ir assistir a uma reunião e como nesse ela iria ter reunião ela perguntou-me se eu queria ir eu disse que sim depois fomos para a reunião depois quando chegamos a casa eu disse-lhe que tinha adorado e que iria entrar para o grupo. Até agora estou muito feliz nesta família fiquei ainda mais feliz no fim de receber o lenço e de agora em diante sou uma JMV, feliz. 🙂

Ana Gomes

 

Eu gostei muito do dia 8 de Dezembro porque entraram três novos membros no nosso grupo e ainda, onze membros passaram de etapa, o que se tornou muito gratificante para todo o grupo. Neste dia tivemos também presente membros de outros centros locais, o que foi muito bom para nós. Durante a tarde, estivemos em reflexão com os grupos que a nós se juntaram neste dia e aí tivemos consciência do quanto já crescemos como grupo e como família e, que de facto, tínhamos evoluído muito desde a criação do nosso grupo, com a ajuda de Maria e de S. Vicente de Paulo.

João Santos

 

O dia 8 de Dezembro será para mim lembrado como um dia muito importante, um dia de confirmação, de certeza, de entrega, o dia em que muitos disseram o seu “SIM” e em que outros reafirmaram a sua resposta. O que mais me comoveu neste dia, foi o sentimento, a sinceridade e a consciência dos membros que foram admitidos; pensar no que fomos crescendo ao longo destes dois anos e meio, de como continuamos juntos, e de como de um grupo de conhecidos nos tornamos uma família, por Ele e com Ele.

A tarde passada na nossa casa a partilhar as nossas vivencias dentro do grupo para mim foi muito boa, uma vez que contávamos com a presença de pessoas de outros grupos. Queria aproveitar para agradecer a cada um que se deslocou até Cernache do Bonjardim para viverem connosco este dia, que foi tão fulcral, e a todos os Jotinhas, meus queridos obrigado por tudo!

Patrícia Jacinto

No dia 8 de Dezembro de 2011 a Juventude Mariana Vicentina (JMV) de Cernache do Bonjardim fez a sua passagem de etapa e admissões de três novos membros. Mas este momento já estava a ser preparado há aproximadamente dois anos e meio, altura em que se formou o grupo. Pois é, este dia é fruto da caminhada dos jovens de Cernache e espera-se muitos mais oitos de Dezembro naquela terra fria mas MUITO acolhedora. É com esta ultima palavra que descrevo o que senti nos dois dias que lá estive, foi de uma hospitalidade profunda.

Nós, grupo da JMV de Paialvo aceitámos o convite de participar nesta festa, mas como gostamos de aproveitar os momentos ao máximo fomos no dia 7 de Dezembro. Por volta das 21 horas participámos numa oração que nos levou a reflectir no propósito de ser JMV. No dia seguinte, que é dedicado à Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria, participámos na tão esperada eucaristia onde os jovens de Cernache renovaram os seus votos ao movimento e três deles disseram o SIM ao pedido de Maria em 1830. Os sorrisos foram imensos e algumas lágrimas de alegria quase que caiam principalmente nos testemunhos dos jovens admitidos.

A passagem de etapa também foi muito vivida, notou-se em cada um dos jovens o orgulho de ser Vicentino e Mariano mas principalmente por terem sido eles os fundadores do próprio grupo. Os padrinhos também têm a sua responsabilidade nestas coisas, pois são eles os motivadores principais dos seus afilhados. E eu, como padrinho da Patrícia Gomes senti uma enorme responsabilidade do que me estava a comprometer. Fiz a promessa de acompanha-la até ao seu envio na JMV, será um caminho difícil mas teremos sempre a intercessão de São Vicente e Maria.

O dia não poderia acabar sem um momento de Partilha em família JMV. A fazer lembrar os Acantonamentos da Beirã, cada elemento partilhou a sua experiencia no movimento e estas ficam para quem lá esteve.

No fim do dia, e com o coração cheio regressámos aos nossos centros locais, os que vieram de Lisboa e nós de Paialvo. Em nome do meu grupo agradecemos à JMV de Cernache o acolhimento, os momentos de oração, partilha e união em Cristo. Um especial agradecimento à irmã Patrícia pela boleia 😀

JMV Hoje, JMV Sempre

João Ferreira – Vogal Regional de Imprensa

Foi um dia único, cheio de emoções fortes. Ver os mais pequenos a aceitar com tanta alegria serem JMV, ver como eles foram sinceros, grandes nos seus testemunhos, foi algo mágico. Olhar para tudo o que passámos juntos como grupo e ver como alguns membros cresceram tanto e se tornaram pessoas tão bonitas é das melhores visões que se pode ter. Vamos todos continuar assim, unidos, amando a Deus e a todos os que nos rodeiam. Obrigado por tudo o que foram jotinhas, obrigado por estar sempre lá Irmã Patrícia, obrigado por tudo. A JMV é e sempre será uma Família.

Sara Simões

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