Ontem, dia 9 de maio, os jovens Grãos de Trigo juntamente com a paróquia de Cernache do Bonjardim reuniram-se na Igreja Matriz para fazer uma Oração de Taizé. Porquê ontem? Bem, dia 12 de maio faz 100 anos que o Irmão Roger nasceu. E quem é o Irmão Roger? O Irmão Roger foi o fundador da Comunidade de Taizé. Nasceu na Suiça em 1915 e11128646_1055674824446203_4851034561383028218_n em 1940 concretizou o seu desejo de criar uma comunidade onde todos os dias se concretizasse a reconciliação entre cristãos, «onde a bondade do coração fosse vivida de forma muito concreta e onde o amor fosse o coração de tudo». É lá que nos encontramos connosco próprios através da oração e da meditação cristã. Reúnem-se jovens de todo o mundo naquele espaço com um mesmo propósito e nem a língua é problema de comunicação. Na Igreja de Taizé são ouvidas músicas de várias línguas, mas muito simples e tranquilas. Esse é o objetivo, deixar-nos levar pelas melodias e permitir que se apodere em nós o espírito cristão que tantas vezes anda perdido.

Para comemorar o aniversário do Irmão realizam-se em vários sítios orações de Taizé em homenagem a ele. Bem ao estilo de Taizé, bem com o espírito de Taizé.

“Cada criatura humana, cada mulher, cada homem e cada criança, precisa de saber que se há violência no mundo é por si próprio que é necessário começar, procurando a forma de se libertar do ódio, da violência interior, e descobrir o pequeno caminho, muito simples, da confiança do coração, da escuta.”

Irmão Roger


Dentro de poucas horas os jovens da JMV Portugal estarão em Belo Horizonte, participando no Encontro Internacional de Jovens Vicentinos, juntamente com nossos irmãos vicentinos de todos o mundo. Depois, juntar-nos-emos com milhões de jovens católicos nas Jornadas Mundiais da Juventude, em comunhão com o Papa Francisco.
Que Maria, nossa Mãe, nos guie nesta peregrinação de Fé!
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A JMV Cernache do Bonjardim reza por todos os jovens que se encontrarão no Brasil, para que tudo corra bem, e para que venham sempre mais ricos na Fé!

XI Domingo do Tempo Comum

Posted: Junho 13, 2013 in Liturgia

A liturgia deste Domingo apresenta-nos um Deus de bondade e de misericórdia, que detesta o pecado, mas ama o pecador; por isso, Ele multiplica “a fundo perdido” a oferta da salvação. Da descoberta de um Deus assim, brota o amor e a vontade de viver uma vida nova, integrado na sua família.20130616
primeira leitura, 2 Sam 12, 7-10.13 apresenta-nos, através da história do pecador David, um Deus que não pactua com o pecado; mas que também não abandona esse pecador que reconhece a sua falta e aceita o dom da misericórdia.
Na segunda leituraGal 2, 16.19-21, Paulo garante-nos que a salvação é um dom gratuito que Deus oferece, não uma conquista humana. Para ter acesso a esse dom, não é fundamental cumprir ritos e viver na observância escrupulosa das leis; mas é preciso aderir a Jesus e identificar-se com o Cristo do amor e da entrega: é isso que conduz à vida plena.
Evangelho, Lc 7, 36 __ 8, 3 coloca diante dos nossos olhos a figura de uma “mulher da cidade que era pecadora” e que vem chorar aos pés de Jesus. Lucas dá a entender que o amor da mulher resulta de haver experimentado a misericórdia de Deus. O dom gratuito do perdão gera amor e vida nova. Deus sabe isso; é por isso que age assim.

Fonte:… e cearei com ele!

Corpo e Sangue de Cristo

Posted: Maio 30, 2013 in Uncategorized

Acolhendo todos quantos a Ele acorrem, Jesus liberta os homens pela Sua palavra e alimenta-os, abundantemente, no deserto.
O milagre da multiplicação dos pães não é apenas um sinal do Seu amor.
Ele tem uma relação tão estreita com a Eucaristia que é logo a seguir à sua descrição que João nos dá o discurso sobre o Pão da Vida (Jo. 6, 1-13).
O milagre da multiplicação dos pães é o anúncio e a preparação do Milagre Eucarístico, pelo qual o Senhor, através do sacerdócio ministerial, prefigurado no serviço dos discípulos encarregados de distribuir o pão, alimentará sobrenaturalmente, a humanidade.

…e cearei com ele!corpo-e-sangue

Domingo da Santíssima Trindande

Posted: Maio 24, 2013 in Liturgia

A Solenidade que hoje celebrámos não é um convite a decifrar a mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor.

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primeira leitura, Prov 8, 22-31 sugere-nos a contemplação do Deus criador. A sua bondade e o seu amor estão inscritos e manifestam-se aos homens na beleza e na harmonia das obras criadas (Jesus Cristo é “sabedoria” de Deus e o grande revelador do amor do Pai).
segunda leitura, Rom 5, 1-5, convida-nos a contemplar o Deus que nos ama e que, por isso, nos “justifica”, de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons de Deus/Pai se derramam sobre nós e nos oferecem a vida em plenitude.
Evangelho, Jo 16, 12-15 convoca-nos, outra vez, para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta “história de amor” é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.

Fonte: …e cearei com ele!

Domingo de Pentecostes

Posted: Maio 17, 2013 in Liturgia

O tema deste domingo é, evidentemente, o Espírito Santo. Dom de Deus a todos os crentes, o Espírito dá vida, renova, transforma, constrói comunidade e faz nascer o Homem Novo.20130519

Evangelho, Jo 20, 19-23 apresenta-nos a comunidade cristã, reunida à volta de Jesus ressuscitado. Para João, esta comunidade passa a ser uma comunidade viva, recriada, nova, a partir do dom do Espírito. É o Espírito que permite aos crentes superar o medo e as limitações e dar testemunho no mundo desse amor que Jesus viveu até às últimas consequências.

Na primeira leitura, Actos 2, 1-11, Lucas sugere que o Espírito é a lei nova que orienta a caminhada dos crentes. É Ele que cria a nova comunidade do Povo de Deus, que faz com que os homens sejam capazes de ultrapassar as suas diferenças e comunicar, que une numa mesma comunidade de amor, povos de todas as raças e culturas.
Na segunda leitura, 1 Cor 12, 3b-7.12-13, Paulo avisa que o Espírito é a fonte de onde brota a vida da comunidade cristã. É Ele que concede os dons que enriquecem a comunidade e que fomenta a unidade de todos os membros; por isso, esses dons não podem ser usados para benefício pessoal, mas devem ser postos ao serviço de todos.

Fonte: …e cearei com ele!

Ascensão do Senhor

Posted: Maio 10, 2013 in Liturgia

A Solenidade da Ascensão de Jesus que hoje celebramos sugere que, no final de um caminho percorrido no amor e na doação, está a vida definitiva, em comunhão com Deus. Sugere, também, que Jesus nos deixou o testemunho e que somos agora nós, seus seguidores, que devemos continuar a realizar o projeto libertador de Deus para os homens e para o mundo.20130512Evangelho, Lc 24, 46-53 apresenta-nos as palavras de despedida de Jesus que definem a missão dos discípulos no mundo. Faz, também, referência à alegria dos discípulos: essa alegria resulta do reconhecimento da presença no mundo do projeto salvador de Deus e resulta do facto de a ascensão de Jesus ter acrescentado à vida dos crentes um novo sentido.
Na primeira leitura, Actos 1, 1-11, repete-se a mensagem essencial desta festa: Jesus, depois de ter apresentado ao mundo o projeto do Pai, entrou na vida definitiva da comunhão com Deus – a mesma vida que espera todos os que percorrem o mesmo caminho de Jesus. Quanto aos discípulos: eles não podem ficar a olhar para o céu, numa passividade alienante, mas têm de ir para o meio dos homens continuar o projeto de Jesus.
segunda leitura, Ef 1, 17-23 convida os discípulos a terem consciência da esperança a que foram chamados (a vida plena de comunhão com Deus). Devem caminhar ao encontro dessa esperança de mãos dadas com os irmãos – membros do mesmo “corpo” – e em comunhão com Cristo, a “cabeça” desse “corpo”. Cristo reside nesse “corpo”.

Fonte: …e cearei com ele!

VI Domingo de Páscoa

Posted: Maio 3, 2013 in Liturgia

Na liturgia deste Domingo sobressai a promessa de Jesus de acompanhar de forma permanente a caminhada da sua comunidade em marcha pela história: não estamos sozinhos; Jesus ressuscitado vai sempre ao nosso lado.
No Evangelho, Jo 14, 23-29, Jesus diz aos discípulos como se hão-de manter em comunhão com Ele e reafirma a sua presença e a sua assistência através do “paráclito” – o Espírito Santo.20130505primeira leitura, Actos 15, 1-2.22-29 apresenta-nos a Igreja de Jesus a confrontar-se com os desafios dos novos tempos. Animados pelo Espírito, os crentes aprendem a discernir o essencial do acessório e actualizam a proposta central do Evangelho, de forma que a mensagem libertadora de Jesus possa ser acolhida por todos os povos.
Na segunda leitura, Ap 21, 10-14.22-23, apresenta-se mais uma vez a meta final da caminhada da Igreja: a “Jerusalém messiânica”, essa cidade nova da comunhão com Deus, da vida plena, da felicidade total.

Fonte: …e cearei com ele! 

V Domingo de Páscoa

Posted: Abril 27, 2013 in Liturgia

O tema fundamental da liturgia deste Domingo é o do amor: o que identifica os seguidores de Jesus é a capacidade de amar até ao dom total da vida.
No Evangelho, Jo 13,31-33a.34-35, Jesus despede-se dos seus discípulos e deixa-lhes em testamento o “mandamento novo”: “amai-vos uns aos outros, como eu vos amei”. É nessa entrega radical da vida que se cumpre a vocação cristã e que se dá testemunho no mundo do amor materno e paterno de Deus.

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Na primeira leitura, Actos 14, 21b-27 apresenta-se a vida dessas comunidades cristãs chamadas a viver no amor. No meio das vicissitudes e das crises, são comunidades fraternas, onde os irmãos se ajudam, se fortalecem uns aos outros nas dificuldades, se amam e dão testemunho do amor de Deus. É esse projecto que motiva Paulo e Barnabé e é essa proposta que eles levam, com a generosidade de quem ama, aos confins da Ásia Menor.

segunda leitura, Ap 21, 1-5a apresenta-nos a meta final para onde caminhamos: o novo céu e a nova terra, a realização da utopia, o rosto final dessa comunidade de chamados a viver no amor.

Fonte: …e cearei com ele!

IV Domingo de Páscoa

Posted: Abril 18, 2013 in Liturgia

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O 4º Domingo da Páscoa é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como Bom Pastor. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus hoje nos propõe.

Evangelho, Jo 10, 27-30 apresenta Cristo como o Bom Pastor, cuja missão é trazer a vida plena às ovelhas do seu rebanho; as ovelhas, por sua vez, são convidadas a escutar o Pastor, a acolher a sua proposta e a segui-lo. É dessa forma que encontrarão a vida em plenitude.
primeira leitura, Actos 13, 14.43-52 propõe-nos duas atitudes diferentes diante da proposta que o Pastor (Cristo) nos apresenta. De um lado, estão essas “ovelhas” cheias de auto-suficiência, satisfeitas e comodamente instaladas nas suas certezas; de outro, estão outras ovelhas, permanentemente atentas à voz do Pastor, que estão dispostas a arriscar segui-lo até às pastagens da vida abundante. É esta última atitude que nos é proposta.
segunda leitura, Ap 7, 9.14b-17 apresenta a meta final do rebanho que seguiu Jesus, o Bom Pastor: a vida total, de felicidade sem fim.

Fonte: …e cearei com ele