Somos um… Eu e Tu!

Posted: Maio 10, 2012 in Encontros, Testemunhos

Neste fim de semana, foi possível concretizar todas:

as (im)possibilidades
digerir as (in)digestões
confidenciar as (in)confidências.

Viemos para estar em grupo, há muito tempo que não estávamos todos juntos…mas acima de tudo viemos para estar com Ele, encontrar-nos a nós próprios e descobrir o que é que Ele nos tenta dizer… e assim seguirmos o Bom Pastor sem nos afastarmos do nosso rebanho, pois sem ele nada somos. Uma ovelha por si só não sabe ser ovelha. fortalecemos os nossos laços, tornamo-nos pessoas verdadeiramente atentas a nós e aos outros, construindo a nossa casa, tendo como base a nossa pedra angular que é Jesus…onde o nosso chão é o Amor, a parede a felicidade, o tecto a amizade, e todo o resto é apenas superficial e terreno… e afasta-nos do que realmente é importante para a nossa existência.

Tal como o poço, queremos tornar-nos profundos e encontrar Água Viva.

Muitas vezes na nossa vida, há situações e momentos que nos fazem pensar que estamos a aprofundar o nosso poço (coração), e, afinal estamos só a enchê-lo e assim alargamo-lo com coisas, seguindo o caminho errado.

Este fim-de-semana serviu para perceber que devemos ouvir Deus e não as vozes que muitas vezes nos enganam e desviam de nós, dos outros e de Deus.
Quando se ama alguém a sério, temos tanta vontade dessa coisa que se sai de si para se entregar a ela.

SOMOS UM, SOMOS UM…
EU E TU SOMOS UM!

Somos apenas um instrumento nas mãos de Deus e apenas necessito de cumprir a sua vontade. Obrigada por todos os bons momentos que nos unem cada vez mais!

Eu acredito…“Quem acredita em Deus nunca está só.” (Bento XVI)

É esta a razão que nos une.

Grupo: Filipa Baião, Inês Guimarães, Rita Ribeiro, Catarina Baião, Sabrina, Marta Ribeiro e Anabela Nunes~

Pontos de Fuga…

Posted: Maio 1, 2012 in Encontros, Photos

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O 4º Domingo da Páscoa é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe, neste domingo, um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como “Bom Pastor”. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus põe, hoje, à nossa reflexão.
O Evangelho apresenta Cristo como “o Pastor modelo”, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. As ovelhas sabem que podem confiar n’Ele de forma incondicional, pois Ele não busca o próprio bem, mas o bem do seu rebanho. O que é decisivo para pertencer ao rebanho de Jesus é a disponibilidade para “escutar” as propostas que Ele faz e segui-l’O no caminho do amor e da entrega.
A primeira leitura afirma que Jesus é o único Salvador, já que “não existe debaixo do céu outro nome, dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (neste “Domingo do Bom Pastor” dizer que Jesus é o “único salvador” equivale a dizer que Ele é o único pastor que nos conduz em direcção à vida verdadeira). Lucas avisa-nos para não nos deixarmos iludir por outras figuras, por outros caminhos, por outras sugestões que nos apresentam propostas falsas de salvação.
Na segunda leitura, o autor da primeira Carta de João convida-nos a contemplar o amor de Deus pelo homem. É porque nos ama com um “amor admirável” que Deus está apostado em levar-nos a superar a nossa condição de debilidade e de fragilidade. O objectivo de Deus é integrar-nos na sua família e tornar-nos “semelhantes” a Ele.
Fonte: a caminho

III Domingo de Páscoa

Posted: Abril 22, 2012 in Liturgia
Jesus ressuscitou verdadeiramente? Como é que podemos fazer uma experiência de encontro com Jesus ressuscitado? Como é que podemos mostrar ao mundo que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação? É, fundamentalmente, a estas questões que a liturgia do 3° Domingo da Páscoa procura responder.
 assegura-nos que Jesus está vivo e continua a ser o centro à volta do qual se constrói a comunidade dos discípulos. É precisamente nesse contexto eclesial – no encontro comunitário, no diálogo com os irmãos que partilham a mesma fé, na escuta comunitária da Palavra de Deus, no amor partilhado em gestos de fraternidade e de serviço – que os discípulos podem fazer a experiência do encontro com Jesus ressuscitado. Depois desse “encontro”, os discípulos são convidados a dar testemunho de Jesus diante dos outros homens e mulheres.
primeira leitura apresenta-nos, precisamente, o testemunho dos discípulos sobre Jesus. Depois de terem mostrado, em gestos concretos, que Jesus está vivo e continua a oferecer aos homens a salvação, Pedro e João convidam os seus interlocutores a acolherem a proposta de vida que Jesus lhes faz.
 
segunda leitura lembra que o cristão, depois de encontrar Jesus e de aceitar a vida que Ele oferece, tem de viver de forma coerente com o compromisso que assumiu D Essa coerência deve manifestar-se no reconhecimento da debilidade e da fragilidade que fazem parte da realidade humana e num esforço de fidelidade aos mandamentos de Deus.
Fonte: a caminho

“Sejamos filhos do céu… filhos da Alegria!”

Eis um apelo bem firme de Maria Rivier, que não nos deixa ficar tranquilos e que nos move no anúncio desta profunda alegria Pascal… A vida venceu a morte…! Não podemos ficar a chorar diante do sepulcro vazio, Jesus Ressuscitou e nós com Ele para  um novo (re)começo de vida, enraizada na esperança!

Sim! Foi com o coração cheio de esperança neste Cristo Ressuscitado que os “Grãos de Trigo” da paróquia de Cernache do Bonjardim saíram à rua para partilhar a alegria da Vida Nova que nasce do Sepulcro Vazio… “Não está aqui… ressuscitou como disse!… Ide dizer aos meus irmãos!”

Foi assim a tarde do dia 15 de Abril em Cernache do Bonjardim, com os jovens a encenar cada estação da Via Lucis, com um profundo respeito e encarnando cada passagem do Evangelho que narra a Ressurreição… o sepulcro vazio, a aparição a Maria Madalena, o pôr-se a caminho com os discípulos de Emaús e o partir do pão, as aparições aos discípulos, a Tomé… a pesca milagrosa no lago Tiberíades, a Ascensão, a descida do Espirito Santo…

Foi sem dúvida um momento alto na caminhada de fé destes jovens, que deram vida à Palavra de Deus, e das pessoas que se quiseram associar e abrir a uma vivência mais profunda dos mistérios da nossa fé…

Um obrigada aos “Grãos de Trigos” que uma vez mais aceitaram com ousadia o “Sim! Dou a minha vida aos outros!”para que haja mais vida e VIDA em Plenitude!

Irmã  Patrícia Sofia

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II Domingo de Páscoa

Posted: Abril 15, 2012 in Liturgia

A liturgia deste domingo apresenta-nos essa comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.

Na primeira leitura temos, numa das “fotografia” que Lucas apresenta da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade formada por pessoas diversas, mas que vivem a mesma fé num só coração e numa só alma; é uma comunidade que manifesta o seu amor fraterno em gestos concretos de partilha e de dom e que, dessa forma, testemunha Jesus ressuscitado.

No Evangelho sobressai a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.

segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã os critérios que definem a vida cristã autêntica: o verdadeiro crente é aquele que ama Deus, que adere a Jesus Cristo e à proposta de salvação que, através d’Ele, o Pai faz aos homens e que vive no amor aos irmãos. Quem vive desta forma, vence o mundo e passa a integrar a família de Deus.

Fonte: a caminho

Fátima Jovem 2012

Posted: Abril 13, 2012 in Encontros, Eventos culturais

XV Acantonamento JMV

Posted: Abril 9, 2012 in Encontros, Testemunhos

 ”Ora bem, pediram-me para dar aqui um testemunho do XV Acantonamento JMV, e se me pedissem algo assim à uns dias atrás, eu iria pensar «fogo que seca, não me apetece nada e ainda por cima vai ser publicado no blog», mas pelo contrário, eu só pensei «é importante fazer isto»… Foi uma das coisas que o acantonamento mudou em mim, fez-me perceber a tamanha importância da partilha de experiências… assim é este encontro, em grande parte, uma partilha de experiências.

No início, lá fui eu cheia de vontade e entusiasmo para mais um encontro, que sabia que era «diferente»!… Mas lá chegando, confesso que a minha vontade era vir embora, era desaparecer dali, vir para junto das pessoas do meu dia-a-dia. E começei a ouvir as pessoas com mais anos de acantonamento, dizerem que era exactamente assim que os jovens que vão pela primeira vez se sentiam, mas que depois tudo mudava. E assim foi, tinha o desejo de virar costas e ao mesmo tempo sentia uma força maior que me dava esperança! A partir do segundo dia começei a ambientar-me, deixei que Maria entrasse em minha casa… Sim, foi Maria, o tema deste encontro foi «Mãe, estou aqui!».

Inicialmente, falaram-nos da consagração a Maria, que quem ainda não tinha feito, o poderia fazer em grupo no fim do terço de segunda à noite… pois tínhamos o encontro todo para pensar no assunto. Achei que ainda era cedo para me consagrar a Maria, que talvês não estivesse preparada. Então com o decorrer do encontro, fomos partilhando experiências acerca da presença de Maria nas nossas vidas, fazendo-me pensar em coisas que nunca tinha pensado. Não só acerca de Maria, mas também da nossa mãe da terra. Uma oração no sábado à noite, fez-me entrar na tenda de Deus e pensar, «Afinal, quem sou eu neste mundo?», o que me ajudou a libertar muitos males que permaneciam dentro de mim. Outros temas abordados foram o significado das orações «Avé Maria» e «Salvé Rainha», que de facto, rezava-as, mas muitas vezes sem pensar ao certo no que estava dizer e a repetir continuadamente.

Chegando a segunda à noite, eu estava decidida de que não iria fazer a consagração. Aquele terço marcou-me, porque pela primeira vez, pensei em cada palavra que dizia, tendo a noção do seu significado todas as vezes que repetíamos a Avé Maria. Começei a ficar confusa acerca da minha consagração a Maria, se afinal seria o momento ideal, se estaria preparada, até que estavam já alguns jovens prontos

para se consagrarem e decidi que também o iria fazer. Assim que me juntei a eles, manifestando o meu desejo, a confusão e até nervosismo, desapareceram!

Fiz a consagração, entreguei-me a Ela, sinto que Maria afinal nunca me abandonou (coisa impossível)… trago do acantonamento muito mais amor a Maria e um saco cheio de boas recordações. Sim, de boas recordações, não só dos momentos de reflexão, de partilha, mas também dos momentos de diversão… o que me diverti naqueles dias!

Só sinto pena de não ter ido mais gentinha daqui do grupo, para além de mim e da Tatiane. Já sabemos que para o ano, o tema irá ser «Creio em ti!», aqui fica já uma dica, para mais um memorável acantonamento!”

Dalila Felizardo

“Entre os dias 30 de Março e 3 de Abril, decorreu, em Castelo de Vide, o XV Acantonamento, que contou com a presença de 40 jovens da região sul da JMV.

O encontro teve como tema “Mãe, estou aqui” e deu-nos a oportunidade de conhecer Maria a todos os níveis e de nos aproximarmos ainda mais dela. Durante estes dias falámos também sobre as nossas mães, comparando-as à Virgem e do significado de orações como a Avé-Maria, a Salvé-Rainha e os mistérios do terço.

O ponto alto deste acantonamento foi, sem dúvida, o desafio que alguns jovens aceitaram de se consagrarem à Virgem Mãe, entregando-se totalmente a ela e assumindo publicamente o seu amor a Maria. Mas não só estes jovens tiveram o privilégio de se consagrar, o próprio encontro foi consagrado à Mãe.

Todos os jovens deixaram Castelo de Vide totalmente renovados, mais próximos de Maria e compartilhando o amor e as experiências de vida relatadas na noite dos testemunhos.”

Tatiane Silva

Domingo de Páscoa

Posted: Abril 8, 2012 in Liturgia
A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.
primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.
Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem, nunca, ser geradores de vida nova; e a do discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta (a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira).
segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena (que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última barreira da nossa finitude).